Blog da Casa
Teatro
25 de setembro de 2015, às 06h44min
 

Cena Jovem 2015:

 

Espetáculo "Fita-me" em segunda temporada na Casa da Ribeira, de quinta (24) a domingo (27)

 

Será a segunda temporada com o coletivo Procura-se Companhia de Dança, formada pelos intérpretes-criadores Ana Cláudia Viana, Anádria Rassyne, Anízia Marques, João Alexandre Lima e Tházio Menezes,

 

A distância entra a sala de pesquisas e o palco é muitas vezes longa e custosa. Uma nova geração de grupos e coletivos de artistas-pesquisadores começa a encurtar este caminho e a ganhar a visibilidade do público através do projetoCena Jovem 2015, edital da Casa da Ribeira destinado a abrir as portas para os artistas do Rio Grande do Norte, dando-lhes suporte para montagem de novas produções, através de prêmios em dinheiro para o fomento de espetáculos de teatro, dança e suas subvertentes.

Patrocinado pela Petrobras, Governo Federal e Governo do Estado, através da Lei Câmara Cascudo, o projeto contemplou, no início deste ano, prêmios no valor deR$ 30 mil para cada um dos quatro grupos selecionados -Procura-se Cia de Dança, Cia Cênica Ventura, Sociedade Cênica Trans e Cia Arte & Riso - que ganharam ainda 64 ocupações do teatro da Casa para o aperfeiçoamento da prática artística profissional., sendo os cem por cento da bilheteria dessa ocupação para os artistas envolvidos no Cena Jovem.

Nesta semana acontece o retorno do espetáculo "Fita-me", a partir desta quinta-feira (24) até o domingo (27), seguindo em temporada de 1º a 4 de outubro. O horário é 20h, menos na sexta-feira (25) quando o espetáculo começa às 15h30, na Casa da Ribeira (rua Frei Miguelinho, Ribeira).

"Fita-me" foi concebido pela Procura-se Companhia de Dança, um coletivo de intérpretes-criadores formado por Ana Cláudia Viana, Anádria Rassyne, Anízia Marques, João Alexandre Lima e Tházio Menezes. É fruto de uma reflexão desses diferentes profissionais de gerações distintas, que se uniram para pensar os rumos da dança contemporânea em sua cidade.

O espetáculo surge, sobretudo, de uma posição crítica diante do panorama atual da dança na capital potiguar: a constatação de que existe um crescente distanciamento entre público e companhias de dança. Nesse sentido, o espetáculo busca reestabelecer diálogos entre os artistas da cidade e suas relações com a plateia.

"Questionar os modos de produção em dança, sem negar a história que já vivemos, tornando a criação um ponto de partida para analisarmos, inclusive, o nosso próprio fazer artístico em dança, são elementos que motivam todo o coletivo a desenvolver este projeto", informam os criadores.

A Procura-se Cia de Dança mergulha em uma pesquisa que passa por conhecer a Composição em Tempo Real (CTR), base para a criação de cenas do espetáculo, e também as relações possíveis entre o Teatro Documental e o pensamento contemporâneo em dança.

Desenvolvida pelo coreógrafo João Fiadeiro, a CTR consiste em um diálogo constante entre performer e ambiente em que ele está inserido. O gesto criativo deixa de resultar apenas numa intenção ou projeção pessoal para se formar a partir de um jogo em cena, onde se busca a relação do corpo com o espaço, com a sonoridade, com o outro, com o elemento cênico.

Ou seja, o protagonismo é desviado do sujeito (o bailarino) e direcionado para o acontecimento. Já a utilização do Teatro Documental é uma tentativa de se buscar relações entre o teatro e o pensamento contemporâneo em dança.

Em sua construção coletiva, "Fita-me" contou ainda com outros colaboradores/equipe: Clarissa Rêgo e Henrique Fontes (Provocadores cênicos) Gabriel Souto (trilha sonora), Luara Schamó (registro e interação audiovisual), Ronaldo Costa (iluminação), Anízia Marques (figurino), e Daniel Torres (identidade visual).

Além dos patrocinadores masters, Petrobras e Casa da Ribeira, o espetáculo contou com apoio da Espaço A3, ONG Atitude Cooperação, Escola Estadual Aldo Fernandes de Melo, Escola Estadual Professor Antônio Pinto de Medeiros, Projeto CEUS do Vale (Ceará Mirim).

            A temporada do Cena Jovem vai até novembro. Depois de "Fita-me", entram em cartaz, na sequência "Meu nome é Zé", "Fabulosas delicadezas dos elefantes" e "Pode ser que seja". Para o Diretor Artístico da Casa da Ribeira, Henrique Fontes, a expectativa com os espetáculos é grande, tendo em vista os temas que serão abordados. Os projetos trazem questões importantes, como o afastamento dos públicos de obras contemporâneas; a ditadura e a repressão, numa adaptação de Caio Fernando Abreu; a corrupção e ‘politicagem' interiorana; e ainda o universo fantástico de uma peça para criança que agrade adultos com a mesma intensidade. "Ficamos bem felizes com a diversidade e qualidade dos projetos apresentados neste edital. Acredito que além da qualidade, a curadoria, que é externa à Casa da Ribeira, buscou projetos com foco em públicos diversos. Teremos obras que vão desde o teatro para crianças, indo até a dança contemporânea", declarou o produtor e diretor da Casa. Este é o 16° edital lançado pela Casa em 14 anos de funcionamento. Os ingressos custam R$ 10,00.

 

Crédito de imagens deste release: Daniel Torres

 

Espetáculo "Fita-me"

Dias: 24, 26 e 27 de setembro às 20h

Na sexta-feira, 25, às 15h30 

 

 

Dias 01, 03 e 04 de outubro às 20h

E dia 2 de outubro, às 15h30 

 

Cena Jovem 2015

Casa da Ribeira educação & cultura

Fone: (84) 3211-7710

Ou pelo e-mail: casa@casadaribeira.com.br


 
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Teatro
10 de setembro de 2015, às 15h32min
 

CENA JOVEM 2015

 COMÉDIA "MEU NOME É ZÉ" FAZ SÁTIRA COM O LADO SOMBRIO DA POLÍTICA

 

Cia Arte e Riso, de Umarizal-RN, mescla cultura popular e Bertold Brecht em novo espetáculo que marca a última estreia do projeto Cena Jovem.

 

Sessões: sábado (19) e domingo (20)  - 20h, na Casa da Ribeira.


A luta pelo poder, a corrupção e a politicagem enraizada nas entranhas das pequenas cidades brasileiras é algo digno de tragédia, mas também tem um lado pitoresco e, por que não dizer, cômico. Em novo espetáculo "Meu Nome é Zé", a Cia de Teatro Arte e Riso, de Umarizal-RN, escolheu o caminho da sátira para fazer um recorte universal do cotidiano interiorano, a partir das velhas formas de se fazer política nos rincões do País. O resultado pode ser visto a partir desta quinta (10) e sexta-feira (11), às 15h, na Casa da Ribeira, e dias 12 (sábado) e 13 (domingo), às 20h. A temporada retorna de 17 a 20 de setembro, às 20h, encerrando em novembro com as temporadas de 5 a 8 e de 12 a 15.

"Meu Nome é Zé" é um dos quatro espetáculos contemplados no projeto Cena Jovem 2015, edital patrocinado pela Petrobras e Lei Câmara Cascudo, com objetivo de fomentar a pesquisa e criação nas artes cênicas locais.

Reflexão e boas doses de humor escrachado ganham aprumo crítico no texto de Joelson de Souto e na direção do encenador Emanuel Coringa - que também atua na peça. A montagem busca, como referências estéticas, o teatro épico de Bertold de Brecht e elementos da cultura popular nordestina,e insere neste caldeirão as artes circenses, que são parte do desenvolvimento estético do grupo.

"Meu nome é Zé" relata uma história conhecida de todos os cidadãos dos mais diversos recantos do país, revelando a atemporalidade das discussões. "Tratamos de problemas antigos, porém universais", lembra o encenador. A história se passa em pleno pleito eleitoral, onde políticos lutam para chegar ao poder utilizando das mais diversas artimanhas, conchaves políticos, promessas enganosas, compra de votos, perseguições e até ações extremas, como a morte, tudo isso na busca pelo poder.

"Neste trabalho damos voz direta às figuras marginalizadas da sociedade, como o bêbado que divide a rua com os cachorros, que não apenas narra, mas analisa a partir de sua vida de embriaguez os fatos mostrados, fazendo-nos perguntar quem realmente vive embriagado e na cegueira", detalha o autor.

O espetáculo traz no elenco os atores Emanuel Coringa, Gardênia Lopes, Jardeu Amorim, Joelson de Souto, Leonardo Alves, Victor Miranda e Widenny Duarte. Também integram a equipe desta montagem os profissionais Joelson de Souto, responsável pela musicalização e também pela seleção de canções, ao lado de Junio Santos e Ray Lima. Os figurinos são de Cleydson Catarina e a iluminação de Thaennia Ferreira. A concepção cenográfica teve construção da Arte e Riso em parceria com Cleydson Catarina; e a arte cenográfica ficou a cargo de Noel Filho e Andrade, com fotografia de Ricardo Pereira.


SERVIÇO

Temporada de "Meu nome é Zé"

Espetáculo da Cia Arte e Riso,

Dias 19 e 20/09 às 20h
Ingresso: R$10,00
 

Contato para entrevistas: Emanuel Coringa 99441-5347


Assessoria de Imprensa Cena Jovem

Fato Novo Comunicação

Dionísio Outeda

99974 3839

98820 8769

 
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Teatro
27 de agosto de 2015, às 07h06min
 

CENA JOVEM APRESENTA:

 "PODE SER QUE SEJA..." TRATA DAS RELAÇÕES ENTRE INDIVÍDUOS MARGINALIZADOS PELA SOCIEDADE

 

Espetáculo da Sociedade Cênica T atualiza tema tratado em "Pode Ser Que Seja Só o Leiteiro Lá Fora", peça de Caio Fernando Abreu que aborda o contexto social-político da década de 1970. Estreia é nesta quinta-feira (amanhã), na Casa da Ribeira e vai até domingo

 

A repressão, a violência e o medo não são situações impostas apenas no contexto das ditaduras políticas. Essas sensações muitas vezes brutais estão presentes no dia a dia e em vários graus de tensão, sobretudo entre as pessoas marginalizadas. As relações entre esses indivíduos e as formas de combater e fugir dessas situações serão os temas tratados no espetáculo "Pode Ser que Seja...", da Sociedade Cênica T, que estreia nesta quinta-feira (amanhã, 27), às 20h, na Casa da Ribeira.

A peça é a terceira estreia do Edital Cena Jovem 2015, projeto da Casa da Ribeira cujo objetivo é fomentar a pesquisa e criação nas artes cênicas locais. As outras apresentações estão marcadas para os dias 28, 29 e 30 de agosto, na Casa da Ribeira. A classificação indicativa é 14 anos. O espetáculo tem ainda temporadas em setembro (03 a 06), outubro (22 a 25/ 29 a 31) e novembro (1º).

Com direção de Felipe Fagundes e atuação de Hyago Pinheiro, Joana Knobbe, Moisés Ferreira, Pedro Fasanaro e Wallace Freitas, a peça é baseada na obra "Pode ser que seja só o leiteiro lá fora" escrita em 1974 por dos grandes autores brasileiros do século XX, o escritor Caio Fernando Abreu.

A obra de Caio Fernando Abreu surge como principal referência estética para a construção da obra "Pode Ser Que Seja...", que propõe uma atualização da história sobre um grupo de jovens que se esconde em uma casa abandonada, apavorados com o estado do mundo e a possibilidade de serem caçados pela polícia, utilizando uma experiência visual-sensitiva capaz de interagir com o público.

Ao trazê-la para o contexto atual, a peça trabalha com as diversas possibilidades de criação e experimentação em teatro. A encenação também busca no Manifesto Antropofágico, escrito em 1928 por Oswald de Andrade e na Tropicália enquanto movimento artístico, as bases estéticas para composição do espetáculo.

A peça de Abreu não se preocupa em contar uma história linear-lógico-narrativa da forma como estamos acostumados, ao contrário, na metade do texto, o autor, informa ao leitor que a partir daquele momento nada mais fará sentido ao leitor e que o que vem a seguir não necessariamente estará ligado ao texto que veio antes. "O texto do Caio já pode ser encarado como uma tentativa de performativizar a escrita de textos dramatúrgicos", informa o grupo. Dessa fora, o espetáculo assumirá tanto no seu processo de criação quanto na sua apresentação as características da linguagem performativa, tais como a desconstrução da narrativa textual através da adoção da ação e da imagem ao invés da representação, a interação com os espectadores, e a assunção do risco na obra.

SOBRE O CENA JOVEM

Cena Jovem 2015 é um edital da Casa da Ribeira destinado a abrir as portas para os artistas do Rio Grande do Norte, dando-lhes suporte para reflexão, montagem de novas produções, também com foco no público consumidor. Através de prêmios em dinheiro para o fomento de espetáculos de teatro, dança e seus híbridos. Patrocinado pela Petrobras, Governo Federal e Governo do Estado, através da Lei Câmara Cascudo, o projeto contemplou, no início deste ano, prêmios no valor de R$ 30 mil para cada um dos quatro grupos selecionados - Procura-se Cia de Dança, Cia Cênica Ventura, Sociedade Cênica Trans e Cia Arte & Riso - que ganharam ainda 64 ocupações do teatro da Casa para o aperfeiçoamento da prática artística profissional, sendo os cem por cento da bilheteria dessa ocupação para os artistas envolvidos. Os ingressos são subsidiados e por isso tem valor de R$ 10,00. A temporada do Cena Jovem vai até novembro. Após "Fita-me e "Fabulosas delicadezas dos elefantes" e "Pode ser que seja", ainda vai estrear a peça "Meu nome é Zé". 

 

Sociedade T - "Pode ser que Seja"

27, 28, 29, 30 de agosto - Casa da Ribeira, 20h

03, 04, 05, 06 de setembro

22, 23, 24, 25 de outubro

29, 30, 31  de outubro e 01 de novembro

 

Diretor: Felipe Fagundes

Atuantes: Hyago Pinheiro, Joana Knobbe, Moisés Ferreira, Pedro Fasanaro, Wallace Freitas.

Diretora de Arte e Figurinista: Heloísa Sousa

Assistente de Cenários: Rayanna Guesc

Iluminadora: Camila Tiago

Preparador Corporal: Moisés Ferreira

Preparadora Vocal: Joana Knobbe

Músico: Paulo Dantas.

Produtor: Pablo Vieira

Designer Gráfico: Radamés Medeiros

Vídeos: Jean Johann

Registro Fotográfico: Helena Maziviero

Contato para entrevistas: Pablo 98877-2315

Fotos: Helena Maziviero

 

 


 
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Exposições
27 de agosto de 2015, às 06h53min
 

'CASCUDO NO MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA'

 

Top Chefs do C5 e a marca Café Santa Clara/3 Corações devem integrar ações na mostra "O Tempo e Eu (e VC)"

 

 

Nomes importantes da gastronomia brasileira integram a associação, como os chefs Ana Luiza Trajano, Mara Salles, Roberta Sudbrack, Helena Rizzo, Rodrigo Oliveira, Thomas Troisgros e os estudiosos Wanessa Asfora Nadler (Historiadora) e Carlos Alberto Doria (Sociólogo)

 

 

 

Uma parceria do barulho poderá marcar a mostra inédita Câmara Cascudo no Museu da Língua Portuguesa, programada para estreia dia 19 de outubro, na Estação da Luz, em São Paulo: Será a participação do grupo C5 - Centro de Cultura Culinária Câmara Cascudo, formado por chefs e pesquisadores renomados, e a marca nacional com DNA potiguar "3Corações/ Café Santa Clara". A dobradinha entre patrocinador e parceiros permitirá ampliar as atividades de um dos módulos mais interessantes da exposição "Todo trabalho do homem é para sua boca", que vai explorar a gastronomia e a alimentação a partir do magistral estudo "História da Alimentação no Brasil", obra de Câmara Cascudo que esmiúça nossas origens alimentares.

O C5 é uma associação sem fins lucrativos que reúne cozinheiros, acadêmicos, jornalistas e estudiosos da culinária brasileira. Ela tem por objetivo congregar esforços para melhor se conhecer e difundir a culinária genuína do nosso país, interessados na sua vitalidade e renovação. Não por acaso ela homenageia o ilustre etnólogo e pesquisador Luís da Câmara Cascudo.

Nomes importantes da gastronomia brasileira integram a associação, como os chefs Ana Luiza Trajano, Mara Salles, Roberta Sudbrack, Helena Rizzo, Rodrigo Oliveira, Thomas Troisgros e os estudiosos Wanessa Asfora Nadler (Historiadora), Carlos Alberto Doria (Sociólogo), Joana Angelica Pellerano (Jornalista e Pesquisadora) e João Luiz Máximo da Silva (Historiador).

"O livro História da Alimentação no Brasil é referência para muitos chefs e pesquisadores que pensam nossa gastronomia como patrimônio cultural brasileiro, então é natural que o tema ganhe as ruas em palestras, seminários, cardápios especiais e até feiras de rua", pontua o diretor da mostra, Gustavo Wanderley, da Casa da Ribeira. "O potencial que há unindo uma marca da terra como o Café Santa Clara/Grupo 3 Corações, a vida e obra de Câmara Cascudo e as ações criadas pelo C5 - Centro de Cultura Culinária Câmara Cascudo nos principais restaurantes de São Paulo é realmente inédito", adianta Wanderley.

A mostra inédita e interativa "Câmara Cascudo no Museu da Língua Portuguesa - O Tempo e Eu (e VC)" vai percorrer o universo do maior etnógrafo e folclorista brasileiro. Sua temporada acontecerá de 19 de outubro deste ano a 17 de fevereiro de 2016, sendo uma das mais extensas já realizadas no Centro Cultural localizado na Estação da Luz.

A mostra conta com patrocínio também dos grupos O Boticário e Grupo Marquise-CE, via Lei Federal de Incentivo a Cultura - Lei Rouanet, além dos apoios da Secretaria de Cultura de São Paulo, Academia Paulista de Letras, Global Editora - responsável pela publicação dos livros do etnógrafo e escritor potiguar.

O projeto é realizado numa parceria entre o Centro Cultural Casa da Ribeira (RN) e Ludovicus - Instituto Câmara Cascudo, museu-residência responsável pela guarda do acervo de Luís da Câmara Cascudo em Natal-RN.

O projeto tem coordenação de Gustavo Wanderley, um dos sócios-fundadores da Casa da Ribeira, ocupando atualmente a função de Diretor de planejamento e projetos da Casa. Gustavo é Especialista em Gestão Cultural e Inovação em Serviços, curador e desenvolve projetos sociais e culturais desde 1999.

O arquiteto e produtor cultural Edson Silva também integra a direção do evento. Desenvolve há mais de 15 anos projetos de equipamentos culturais e desenho de exposições. Edson é diretor de relações com investidores da Casa da Ribeira e, no projeto Expo Cascudo ele está responsável pela coordenação expográfica.

A família de Câmara Cascudo, através das netas Daliana e Camilla, assina também a Curadoria do projeto.

 

 

Conheça o projeto de Câmara Cascudo no Museu da Língua Portuguesa

http://issuu.com/camaracascudo

www.casadaribeira.com.br


Contato com a Produção executiva

Camilla Cascudo - 84- 99982-8731

Daliana Cascudo - 84- 99929-1253

Edson Silva zedy@uol.com.br | 11 96615-4498

Gustavo Wanderley - gustavowanderley@uol.com.br | 11 97193 7190


 
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Teatro
15 de agosto de 2015, às 11h00min
 
BORDERLINE - S.E.M. Cia de Teatro (Sentimento, Estéticas e Movimento) 
Comemoração de 02 anos do Espetáculo Borderline. Após 02 anos de sua estreia, acumulando prêmios e circulando pelos estados brasileiros, o monólogo estrelado pelo ator José Neto Barbosa retorna aos palcos potiguares em única apresentação.

Sobre o Espetáculo:
Borderline tem autoria e direção de Junior Dalberto. Fala das questões do íntimo, em paralelo as relações familiares, com redes sociais e consequências na geração dos anos 90. É inspirado artisticamente no não tão popular "transtorno de personalidade limítrofe", conhecido como borderline. Rutras conta fatos de sua vida, expressa seus sentimentos e memórias numa verdadeira hemorragia emocional, preso ao que chama de "concha" - um hospital psiquiátrico ou sua própria mente em devaneio. Expressa um olhar radical e metafórico sobre sua criação e suas referências. Passa por desencontros e acontecimentos marcantes. Rutras é fruto de uma geração carimbada por imposições individualistas, consumistas, exibicionistas e de camisinhas rasgadas. O que é lucidez ou loucura em tempos de imposições éticas e morais nessa cosmopolitividade que se vive? Tudo é contado em momentos de surtos, sem omissão de detalhes - em um monólogo emocionante, diante de tabus ininterruptos, minimalista e altamente visceral. 

Serviço:


ESPETÁCULO: BORDERLINE - S.E.M. Cia de Teatro (Sentimento, Estéticas e Movimento)

DATA: 19/08/2015 - QUARTA FEIRA

HORÁRIO: Horários: 19h - Mostra de ações formativas, 20h - sessão única do espetáculo

INGRESSO: R$ 15,00 PROMOCIONAL - Vendas antecipadas:www.eventick.com.br/borderline



 
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Dança
16 de julho de 2015, às 16h00min
 
A Casa da Ribeira recebe nesta sexta-feira (17/07), às 20h, o espetáculo "#SAUDADE", da Domínio Cia de Dança (Studio Corpo de Baile). Os ingressos custarão R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia entrada). A censura é livre.

O espetáculo "#SAUDADE" surgiu a partir da investigação da palavra/sentimento em questão, fundindo-se com os relatos coletados pelos bailarinos da companhia em visita realizada ao Instituto Juvino Barreto.

Trata-se de um espetáculo que tem como pressuposto a construção de uma peça documental, na qual os elementos presentes na palavra e na memória serviram de alicerce em todo processo criativo.

#SAUDADE - Domínio Cia de Dança
Quando? Sexta, 17 de julho
Que horas? 20h
Onde? Casa da Ribeira
Quanto? R$ 40,00 (inteira); R$ 20,00 (meia entrada) 
 
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Teatro
03 de julho de 2015, às 06h47min
 
Torta de Maçã estreia dia 08/07 na Casa da Ribeira
Espetáculo da Cia Torta convida o público pra colocar a mão na massa.

 

A peça “Torta de Maçã” marca a estreia da Cia Torta nos dias 08 e 09 de Julho de 2015 às 19h30, na Casa da Ribeira em Natal/RN. A peça conta a história de um menino de 8 anos que apanhava do pai por ter trejeitos femininos; as surras eram corretivos para que o menino aprendesse a ser “homem”. O tema amargo é compartilhado com a plateia, de no máximo 30 pessoas, de uma forma doce: todos ajudam o personagem a fazer tortas de Maçã.
Mas qual a relação da Torta de Maçã com essa história de violência?

 

Escrita e interpretada pelo ator João Victor Miranda em parceria com o diretor Henrique Fontes, que também assina a direção do espetáculo, “Torta de Maçã” parte da tragédia real do menino Alex, morto em 2014 pelo pai no Rio de Janeiro e encontra relação com o clássico “Branca de Neve” dos irmãos Grimm.

 

“Tanto a Branca de neve quanto o menino Alex sofrem com o desprezo familiar e encaram a vida de forma positiva. Eles tem coração puro e adoram ajudar nas tarefas. Claro que, no clássico, o final é feliz, o que, sabemos, não foi o destino do menino Alex.” Disse João Victor, ator da Cia Torta.

 

A peça foi patrocinada pelo edital FIC 2014 da Prefeitura Municipal do Natal, através da Fundação Cultural Capitania das Artes - FUNCARTE e estreia nos dias 08 e 09 de Julho de 2015 no Espaço Cultural Casa da Ribeira, as 19h30. O limite de publico é de 30 pessoas por seção e os ingressos gratuitos serão distribuídos uma hora antes do inicio do espetáculo.

 

A Companhia:

 

A Cia Torta nasce do desejo de experimentar a junção de teatro e gastronomia em um único espaço de convivência. Essa mistura se deu devido à pesquisa abordada pelo ator e cozinheiro João Victor Miranda que trabalhou em algumas companhias de teatro da cidade do Natal/RN e em alguns restaurantes da cidade também. Juntar o sabor, o cheiro e o visual; elementos marcantes dentro do mundo gastronômico e misturar com os elementos teatrais provocando uma nova experiência para o publico é algo que a Cia Torta busca experimentar neste primeiro trabalho.

 

Contato: João Victor - 84 98815-7798

 

 

 
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Exposições
01 de julho de 2015, às 11h50min
 

Exposição "Câmara Cascudo no Museu da Língua Portuguesa" está confirmada para outubro de 2015

 

Mostra inédita e interativa sobre o universo cascudiano ocupará um dos mais importantes centros culturais da América Latina, durante quatro meses, com estimativa de 100 mil visitantes

 

O projeto é realizado em parceria entre a Casa da Ribeira (RN) e Instituto Ludovicus - Casa de Câmara Cascudo (RN), através do apoio integral da família do folclorista, intelectual e etnógrafo potiguar e especialistas em sua obra

 

Evento deu a largada com recursos parcialmente captados através da Lei Federal de Incentivo a Cultura - Lei Rouanet, e entre os primeiros patrocinadores estão a empresa paranaense O Boticário e a cearense Marquise, além de parceiros importantes como a chef Ana Luíza Trajano, Secretaria de Cultura de São Paulo/ Museu da Língua Portuguesa, Academia Paulista de Letras, Academia NorteRiograndense de Letras, Global Editora e Expomus

 

Ele traduziu a memória coletiva do povo brasileiro. Da história da alimentação aos nossos gestos e costumes, através de obras fundamentais como o "Dicionário do Folclore Brasileiro" e "História da Alimentação no Brasil", o etnógrafo, pesquisador, folclorista e escritor norte-rio-grandense Luís da Câmara Cascudo (30/12/1898 - 30/07/1986) deixou um rico legado que permanece ainda pouco conhecido, explorado e vivenciado pelas novas gerações. Esse universo cascudiano tão amplo e inesgotável, capaz de encantar intelectuais, estudiosos e leitores mundo a fora, ganhará uma experiência única este ano, para todo o público. Está confirmada, a partir do segundo semestre, a realização da mostra inédita "Câmara Cascudo no Museu da Língua Portuguesa", em São Paulo.

Em mais de 600 m² de área, o setor de exposições deste que é um dos maiores centros culturais da América Latina será o endereço para quem quiser vivenciar esta experiência de navegar pelo mundo de Câmara Cascudo, com todas as suas viagens sensoriais - cores, texturas, movimentos e sons da cultura popular brasileira, compreendendo a importância e a contemporaneidade de seus conhecimentos. A mostra sobre Câmara Cascudo seguirá o mesmo conceito de outras exposições já realizadas no local, como as de Jorge Amado, Clarice Lispector e Fernando Pessoa.

Capitaneado pela Casa da Ribeira (RN) e Instituto Ludovicus - Casa de Câmara Cascudo, ambas as entidades do Rio Grande do Norte, o projeto tem curadoria colaborativa da família do intelectual potiguar, dos produtores da Casa da Ribeira, da Expomus, empresa especializada em realizar projetos museológicos no porte de "Guerra e Paz de Portinari", e dachef Luiza Trajano, além de consultoria de especialistas na obra do pesquisador.

Devido a amplitude de sua obra, a mostra ganhou um plus a mais: ficará em cartaz durante quatro meses, até final de dezembro de 2015. "Ficamos surpresos com o espaço que o museu dará a este acontecimento. Será uma das mais extensas já realizadas no local", destacou o produtor Gustavo Wanderley, responsável pelo desenvolvimento de produção e coordenação de curadoria. A expectativa de visitação é em torno de 100 mil visitantes e 40 mil educandos.

 

 

Patrocinadores de peso e novos parceiros

Aprovado pela Lei Federal de Incentivo a Cultura - Lei Rouanet com orçamento total de R$ 1,5 milhão, "Câmara Cascudo no Museu da Língua Portuguesa" já deu a largada com a captação dos primeiros patrocinadores nacionais, a empresa paranaense O Boticário e o cearense Grupo Marquise. Além dos patrocínios, a exposição já conta com outros parceiros envolvidos, como a Secretaria de Cultura de São PauloAcademia Paulista de Letras eGlobal Editora (responsável pela publicação das obras de Cascudo).

Os produtores esperam fechar as últimas cotas de patrocínio até os meses de junho e setembro, respeitando os prazos previstos na Lei Rouanet. Por enquanto, nenhuma empresa potiguar fechou patrocínio, mas os produtores estão otimistas com a receptividade de algumas já visitadas, como o grupo Riachuelo. A equipe já participou de reuniões com as secretarias de Turismo e de Cultura, com a senadora Fátima Bezerra (PT) e com a vereadora Júlia Arruda (PSB). Com esta parlamentar, foi discutida a possibilidade de integrar a mostra à pasta do Turismo. "Uma exposição que prevê 100 mil visitantes é uma forma de vender Natal como destino de turismo cultural de grande relevância", diz o produtor além da visibilidade que as mídias darão a exposição, a exemplo das Organizações Globo que é fundadora do Museu da Língua Portuguesa em São Paulo.

 

Trancender os livros: uma mostra interativa e pulsante

Trata-se de uma mostra diferenciada, que transcende a mera exposição estática de acervo de livros e objetos pessoais. Esse é o perfil que deve nortear a exposição "Câmara Cascudo no Museu da Língua Portuguesa". Com uso de tecnologia e muita interatividade, a mostra trará experiências que valorizem essa diversidade registrada por Câmara Cascudo, os saberes, os sentires e suas práticas.

"A exposição contempla pontos de toque que extrapolam o universo literário, como a cultura popular, a gastronomia e o idioma. Cascudo revelou 'brasis' invisíveis aos brasileiros, e é imperativo mostrar isso às novas gerações", reforçou Gustavo Wanderley. "Queremos que as pessoas percebam a contemporaneidade de sua obra".

O recorte curatorial foi definido a partir de cinco módulos: Em "O Tempo e Eu" será abordado o autor e o homem Cascudo, e abrange a sua biografia, compreendendo o período de 1898 a 1986, com ênfase para sua produção intelectual, ficcional ou não, sua extensa rede de amizades (incluindo as correspondências com grandes intelectuais como Mário de Andrade) e as viagens de estudos que empreendeu pela África e Europa.

O segundo módulo é "Dança, Brasil", que compreende os autos e as festas populares do Brasil. O terceiro tema é "Todo trabalho do homem é para sua boca", que explora a gastronomia e a alimentação a partir do magistral estudo História da Alimentação no Brasil" obra que busca de nossas origens alimentares.

Depois segue com o módulo "A Literatura Oral e a Voz do Gesto", que trata da literatura oral, o conto, a lenda, as adivinhações e provérbios, cantos, orações e frases-feitas que o povo se apropriou. O gesto surge como precursor da linguagem em todos os recantos do mundo. Por fim "A Religião no Povo", que abordará o sincretismo brasileiro a partir do sentimento da religiosidade popular manifestado através de bênçãos, promessas, santos tradicionais, orações, pragas, profecias, superstições, amuletos, entre outros objetos de estudo do folclorista.

Entusiasta e pesquisadora da gastronomia genuína brasileira, a chef Ana Luíza Trajano foi uma das primeiras parceiras a se integrar ao projeto Câmara Cascudo no MLP". Proprietária do restaurante Brasil a Gosto, ela conta que o livro "História da Alimentação no Brasil" sempre foi base de sua pesquisa em cozinha brasileira. "Foi a partir deste livro de Câmara Cascudo e minhas viagens pelo Brasil que consegui informações para resgatar nossa cultura culinária. Exaltar sua obra em uma exposição no Museu da língua portuguesa, é a melhor maneira de popularizar suas histórias e disseminar a nossa gastronomia como patrimônio cultural brasileiro", declarou a chef.

 

Imersão na Casa de Câmara Cascudo e o início da execução

Nos dias 14 e 15 de maio, os coordenadores da mostra Gustavo Wanderley e o arquiteto Edson Silva participaram, junto com Daliana Cascudo e parte da família do folclorista, de uma imersão no museu-residência do mestre, o Instituto Ludovicus. Na ocasião foi realizada a pesquisa fotográfica e documental, complementada com bate-papos para exercitar a memória de cada um. Também foram selecionados o material em vídeo de alta resolução com entrevistas e cenas gravadas com Cascudo, que fazem parte do acervo do Instituto. O encontro servirá como ajuda na definição dos limites da linha curatorial.

Para Daliana Cascudo, neta e atual presidente do Ludovicus, a exposição é a realização de um antigo sonho da família. "Após testemunharmos a presença de Guimarães Rosa, Gilberto Freyre, Cora Coralina, Jorge Amado, Clarice Lispector, Oswald de Andrade, contemporâneos Cascudianos, no Museu, sentíamos que faltava alguém num dos melhores museus da América do Sul", destaca.

Após a primeira imersão e definida a linha curatorial da exposição, o projeto entra na fase de execução. "Para quem tinha como objeto de estudo o "povo brasileiro em sua normalidade" se faz mais do que necessário que este mesmo povo conheça sua obra e se reconheça nela. Nossa intenção é aproximar Cascudo, vivo e atual, do grande público e torná-lo conhecido como ele merece. E ao falar de Cascudo, mostramos também o Rio Grande do Norte que ele tanto amou e de onde nunca quis sair, definindo-se como um 'provinciano incurável'.

Em termos materiais, a casa construída em 1900 não "viajará" para São Paulo, mas suas memórias e objetos serão todos recriados e mostrados para o mundo. "O custo com o seguro de objetos museológicos é muito alto e, no nosso caso, ultrapassa as cifras da exposição, então não cogitamos levar para São Paulo acervo de grande valor financeiro", contou Wanderley. Segundo ele, muita coisa será recriada pela cenografia ou a partir dos recursos tecnológicos previstos no orçamento.

Com experiência em projetos e plantas para exposições no Brasil, o arquiteto Edson Silva entende que o mais importante será transpor esse universo de Câmara Cascudo para o plano da experiência, com um conteúdo sempre contextualizado. Um exemplo dessa interatividade é fazer o público se sentir como se estivesse na sala do mestre, manipulando sua inseparável máquina de escrever e relendo as cartas projetadas em uma resma gigante. Ou ainda ouvindo sua voz original enquanto confere o objeto de estudo em tempo real.

 

Números previstos e itinerância

A exposição sobre Câmara Cascudo no Museu da Língua Portuguesa (SP) tem expectativa de receber 100 mil visitantes em quatro meses (de setembro a dezembro de 2015). Entre o público-alvo e as ações previstas está a participação de 40 mil educandos do projeto educativo e 40 mil livretos para aplicação nesta área de formação, além de impressos em formato de cordel. Serão ocupados 492 metros quadrados para a exposição, englobando cinco módulos, com 70 profissionais envolvidos. Estão previstos desdobramentos da exposição após a permanência no Museu da Língua Portuguesa, com possibilidade de estabelecer itinerários no Brasil (RN e outros) e também no exterior, a exemplo da Fundação Gulbenkian em Lisboa.

 

Doação sem ônus para o patrocinador: Conheça o Artigo 18 da Lei Rouanet

Gustavo Wanderley e Edson Silva destacam a importância de se investir em projetos incentivados pela Lei Rouanet, sobretudo nesta modalidade artística enquadrada no Artigo 18, como é o caso das exposições. O patrocinador interessado poderá deduzir 100% do valor investido, em forma de doação, sem ônus financeiro para a empresa patrocinadora. Ou seja, dentro do limite de 4% para pessoa jurídica e 6% do IR para pessoa física, o patrocinador fará apenas o repasse, sem contrapartida financeira para ele. "O sistema é simples e rápido, por isso é importante destacar esse diferencial no caso da mostra de Cascudo", enfatizam os produtores.

 

 

O museu da Língua Portuguesa

O Museu da Língua Portuguesa abriu suas portas ao público no dia 21 de março de 2006. Localizado no histórico edifício Estação da Luz, o museu tem como diferencial ser interativo, com seu conteúdo dedicado à língua portuguesa. Foi concebido pela Secretaria da Cultura paulista em conjunto com a Fundação Roberto Marinho, tendo um investimento de cerca de 37 milhões de reais.

O objetivo da instituição é criar um espaço vivo sobre a língua portuguesa, considerada como base da cultura do Brasil, onde seja possível causar surpresa nos visitantes com os aspectos inusitados e, muitas vezes, desconhecidos de sua língua materna.

De sua inauguração até o final de 2012, mais de 2,9 milhões de pessoas já visitaram o espaço, consolidando-o como um dos museus mais visitados do Brasil e da América do Sul.

Os produtores

Gustavo Wanderley é um dos sócios-fundadores da Casa da Ribeira, ocupando atualmente a função de Diretor de planejamento e projetos da Casa da Ribeira. É Especialista em Gestão Cultural e Inovação em Serviços, curador e desenvolve projetos sociais e culturais desde 1999. Neste projeto, desenvolve o desenho de produção e a coordenação de curadoria.

 

Edson Silva é arquiteto e produtor cultural. Desenvolve há mais de 15 anos projetos de equipamentos culturais e desenho de exposições. Edson é diretor de relações com investidores da Casa da Ribeira e, no projeto Câmara Cascudo no Museu da Língua Portuguesa, está responsável pela coordenação expográfica.



 
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